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DNIT fará testes com sensores para avaliar liberação de veículos leves na ponte entre Pedro Afonso e Tupirama

Por Redação Publicado em: 08/07/2026 - 19:57

Uma reunião nesta quarta-feira, 8, em Brasília, com a diretoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) definiu prazos decisivos para o futuro da ponte sobre o Rio Tocantins, entre Pedro Afonso e Tupirama, buscou soluções para conter os impactos da sua interdição.

 

Durante o encontro, lideranças políticas e do setor produtivo exigiram um cronograma claro, com datas definitivas, cobrando a manutenção e pavimentação das rotas alternativas utilizadas no desvio, principalmente a TO-010 e a BR-235. Também foi solicitada a definição do prazo para o início da operação das balsas gratuitas e a conclusão rápida do estudo técnico que avaliará se a estrutura suporta o tráfego de veículos leves, o que deixaria o transporte por balsa restrito apenas aos veículos pesados.

 

Em resposta às cobranças, o DNIT confirmou que realização uma prova de carga instrumentada na ponte nesta quinta-feira, 9. O teste utilizará sensores de alta precisão para medir o deslocamento, a deformação, a inclinação e a vibração da estrutura sob a passagem de caminhões carregados.


Conforme o órgão, o laudo técnico final será emitido até o dia 17 de julho, e determinará se a ponte passará por uma reabilitação ou se precisará ser substituída definitivamente.

 

Cientes dos sérios transtornos causados pelo bloqueio, os representantes destacaram o empenho conjunto para minimizar os prejuízos e garantir o escoamento e a mobilidade da população.

 

Participaram da audiência o diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, acompanhado de sua equipe técnica; a senadora e líder da bancada federal, Professora Dorinha Seabra; o senador Eduardo Gomes; o prefeito de Pedro Afonso, Joaquim Martins Pinheiro Filho; o prefeito de Tocantínia, João Alberto; Túlio Labre, representando a AGETO e o governador Wanderlei Barbosa; o presidente da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA), Ricardo Khouri; e Luís Flávio, executivo da BP Bioenergy.


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