


Uma reunião nesta quarta-feira,
8, em Brasília, com a diretoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes (DNIT) definiu prazos decisivos para o futuro da ponte sobre o Rio
Tocantins, entre Pedro Afonso e Tupirama, buscou soluções para conter os
impactos da sua interdição.
Durante o encontro, lideranças
políticas e do setor produtivo exigiram um cronograma claro, com datas
definitivas, cobrando a manutenção e pavimentação das rotas alternativas
utilizadas no desvio, principalmente a TO-010 e a BR-235. Também foi solicitada
a definição do prazo para o início da operação das balsas gratuitas e a
conclusão rápida do estudo técnico que avaliará se a estrutura suporta o
tráfego de veículos leves, o que deixaria o transporte por balsa restrito
apenas aos veículos pesados.
Em resposta às cobranças, o DNIT confirmou que realização uma prova de carga instrumentada na ponte nesta quinta-feira, 9. O teste utilizará sensores de alta precisão para medir o deslocamento, a deformação, a inclinação e a vibração da estrutura sob a passagem de caminhões carregados.
Conforme o órgão, o laudo técnico final será emitido até o dia 17 de julho, e determinará se a ponte passará por uma reabilitação ou se precisará ser substituída definitivamente.
Cientes dos sérios transtornos
causados pelo bloqueio, os representantes destacaram o empenho conjunto para
minimizar os prejuízos e garantir o escoamento e a mobilidade da população.
Participaram da audiência o
diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, acompanhado de sua equipe técnica; a
senadora e líder da bancada federal, Professora Dorinha Seabra; o senador
Eduardo Gomes; o prefeito de Pedro Afonso, Joaquim Martins Pinheiro Filho; o
prefeito de Tocantínia, João Alberto; Túlio Labre, representando a AGETO e o
governador Wanderlei Barbosa; o presidente da Cooperativa Agroindustrial do
Tocantins (COAPA), Ricardo Khouri; e Luís Flávio, executivo da BP Bioenergy.
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