

A Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA), que tem sede em Pedro Afonso e representa cerca de 300 produtores rurais de 21 cidades tocantinenses, manifestou preocupação com a restrição do tráfego de caminhões acima de quatro toneladas na ponte sobre o Rio Tocantins, localizada no km 164 da BR-235, entre Pedro Afonso e Tupirama.
Em nota, a cooperativa destacou que a medida adotada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em vigor desde segunda-feira, 18, ocorre em um período estratégico para o setor produtivo, marcado pelo escoamento da safra de soja e da safrinha de milho, além do transporte de insumos agrícolas como fertilizantes, sementes e defensivos para a safra 2026/2027.
Segundo a COAPA, a rota alternativa divulgada pelo DNIT, passando pelos municípios de Guaraí, Tupiratins, Itapiratins, Itacajá e Santa Maria do Tocantins, pode provocar aumento significativo nos custos logísticos. A entidade aponta que despesas com travessia de balsa no Rio Tocantins, em Itapiratins, além do desgaste de veículos em estradas de terra, devem impactar diretamente o valor do frete rodoviário, aumentando os custos para o produtor rural.
“A restrição do trânsito de veículos neste momento pode levar ao aumento expressivo no custo do frete rodoviário devido às despesas com a travessia da balsa e à depreciação dos veículos”, destacou a cooperativa na nota.
A entidade informou ainda que segue acompanhando a situação junto aos órgãos competentes em busca de qsoluções que reduzam os prejuízos aos produtores rurais da região de Pedro Afonso.
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